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por Bill Markley
Gênero: História do Oeste dos EUA/Jim Bridger, homem da montanha, comércio de peles, exploração, nativos/indígenas americanos
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The Life and Times of Jim Bridger, uma nova biografia de Bill Markley, é uma obra bem pesquisada que dá vida à história de Jim Bridger, o lendário homem das montanhas, caçador de peles e explorador que desempenhou um papel fundamental na formação do oeste americano. Desde guiar expedições científicas até rotas pioneiras de emigrantes vitais, como Overland e Bridger Trails, o nome de Jim Bridger está gravado na própria paisagem da fronteira americana. As contribuições de Bridger ajudaram a estabelecer o Parque Nacional de Yellowstone, o primeiro parque nacional do mundo. Sua vida foi repleta de encontros com tribos nativas americanas, comerciantes de peles, oficiais do Exército dos EUA e aventuras notáveis pelo oeste selvagem.

Considerações Finais
Durante meus dois anos de pesquisa sobre Jim Bridger, meu respeito por ele cresceu. Ele aceitava todas as pessoas, não importa quem fossem. Somente quando eles se voltassem contra ele ele os trataria como inimigos. Ele tentava ficar fora das brigas, mas se alguma fosse inevitável, ele estava na linha de frente.
É uma pena – e uma perda nossa – que ele não tenha aprendido a ler e escrever. Ele era inteligente, criando mapas precisos de memória. Ele aprendeu inglês, francês, espanhol, uma variedade de línguas indianas e era proficiente em linguagem de sinais. Depois que as pessoas liam Shakespeare para ele, ele citava passagens de memória.
Quanto à história de Hugh Glass, acredito que Bridger não foi o adolescente que abandonou Glass. Os historiadores apontaram para Bridger por causa de um artigo de 1839 que deu o sobrenome do jovem como “Bridges”, com base nas lembranças do velho piloto de barco fluvial Joseph LaBarge, e a tradição dizia no Missouri que era Bridger. É isso. Quando Alfred Jacob Miller sentou-se ao redor de uma fogueira de alpinista e anotou a história de Hugh Glass durante o encontro de 1837, o primeiro nome da pessoa que Glass confrontou foi Bill. Se Bridger fosse o jovem que abandonou Glass, acredito que outros montanhistas teriam zombado dele por causa disso.
Quanto a Bridger ter vendido Fort Bridger aos mórmons, não acredito que ele o tenha vendido. Ele era um homem honesto e, até o dia de sua morte, nunca disse que o vendeu, continuando a tentar receber o pagamento do aluguel do governo federal.
As descrições de Bridger da região geotérmica de Yellowstone para líderes de expedição e cientistas levaram à sua eventual exploração em 1871 por um desses cientistas, Ferdinand Hayden. No ano seguinte, o Congresso designou-o como o primeiro parque nacional do mundo.
Jim Bridger era amado por muitas pessoas, desde crianças até generais. Ele era querido por muitas tribos. A maioria de seus adversários o respeitava. Nada lhe agradava melhor do que estar na natureza, preferindo dormir sob as estrelas do que numa tenda. Teria sido muito divertido sentar perto de uma fogueira e ouvi-lo contar suas façanhas e histórias fantásticas. Ele era um homem apaixonado pelo Ocidente. Perto do fim de sua vida, Jim Bridger disse: “Eu gostaria de estar de volta às montanhas novamente – você pode ver muito mais longe naquele país”.

Análises de A Vida e os Tempos de Jim Bridger
Bill Markley estabeleceu uma reputação invejável como biógrafo ocidental. Sua excelente nova biografia de Jim Bridger só aumentará seu status. Bem escrita e cuidadosamente pesquisada, esta biografia do maior dos homens da montanha irá cativar e informar os leitores nos próximos anos.
– Paul Hutton, autor de O país desconhecido
Bill Markley fez isso de novo com A VIDA E OS TEMPOS DE JIM BRIDGER. O mítico homem da montanha ganha vida na biografia de Markley e no final você estará pronto para ir para o oeste e descobrir por si mesmo o oeste de Jim Bridger.
– Stuart Rosebrook, editor geral da revista TRUE WEST
Bem pesquisado e bem narrado, Markley nos dá uma nova visão de um dos gigantes do oeste americano. Acredito que ele capturou o homem e sua essência.
– Bob Boze Bell, editor executivo da revista True West
The Life and Times of Jim Bridger, de Bill Markley, captura vividamente as aventuras de um lendário homem das montanhas cuja coragem, engenhosidade e profunda conexão com o oeste americano moldaram a fronteira de uma nação. Da captura de peles à orientação de emigrantes, a história de Bridger é um testemunho de resiliência e fluência cultural, trazida à vida com pesquisa meticulosa e prosa envolvente.
— Jon Nelson, Diretor do Conselho do Museu do Comércio de Peles, Chadron, Nebraska
Quando o alto e genial Virginiano Jim Bridger se aventurou no Oeste como um adolescente “verde” nos primeiros anos do comércio de peles, ninguém previu que ele se tornaria conhecido como o lendário “velho das montanhas”. Preenchendo sua vida com aventura suficiente para pelo menos dez homens da montanha, Bridger liderou brigadas de captura de castores, caçou búfalos, lutou contra Blackfeet hostis, casou-se com uma mulher Shoshone, mapeou áreas selvagens sem trilhas, guiou o Exército dos EUA durante a Guerra da Nuvem Vermelha e muito mais. Embora analfabeto, falava várias línguas europeias – e indianas. Bridger realmente deixou Hugh Glass com maus olhos para morrer sozinho? Markley investiga profundamente a vida extraordinária de seu tema. Maravilhosamente ilustrado com mapas de época e obras de arte, este livro é para quem adora histórias verdadeiras da era do comércio de peles no início do século XIX. Bridger disse uma vez: “Senhor, a graça de Deus não levará um homem através destas pradarias! É preciso pólvora e bala.” E como.
–Nancy Plain, quatro vezes vencedora do prêmio Spur, ex-presidente da Western Writers of America
Amazônia | Barnes & Nobre | Boas leituras

Bill Markley, membro da Western Writers of America e vencedor múltiplo do prêmio Will Rogers Medallion, escreveu onze livros, incluindo biografias e histórias de personagens e eventos do Velho Oeste. Ele escreve para as revistas True West e Wild West e é redator da revista Roundup.
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Credit Post By: Lily